terça-feira, 17 de julho de 2012

Hábitos

Há sensivelmente três anos regressava de Luanda, para onde, mais uma vez, me dirijo. Estava longe de imaginar que seria esse facto que motivaria uma actualização no blog. Na altura, como agora, a bagagem ia bem artilhada. O tempo passa, mas há coisas que não mudam. E ainda bem.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Relíquia

Ao vasculhar a caixa de correio electrónico descobri o que seriam os créditos de um projecto antigo. Falo de um DVD com todas as fotos de Erasmus organizadas e acompanhadas com música. Infelizmente, tal nunca se concretizou. Os créditos, esses, vêem hoje a luz do dia:

Henrique Costa, O Madrugador. Tipicamente quando acordava tinha como missão percorrer o edifício na tentativa de acordar os outros 3 perdidos. Responsável pelos cozinhados mais virtuosos e calóricos. Autêntico poliglota, tem especial apreço pela junção de morangos à destilação de tubérculos, vulgo morangoska. Romântico incurável, é o grande mentor deste DVD.

Luís João, O Sacador. Tem um apetite inversamente proporcional à sua qualidade de Chef. Expoente máximo da globalização, rege-se por uma só divisa: imitar e melhorar. Vulgarmente considerado como poço criativo possui um sentido de humor sem igual, só comparável às suas múltiplas facetas de bailarino, nas quais detém um olhar felino para com as suas presas.

Rui Francisco, O Noctívago. Dotado com um sinal raro perto do mamilo esquerdo, o menino bonito das Caldas viveu 6 meses nas nuvens, levantando-se não raras vezes com o Sol já posto. Mas não pensem que a falta de luminosidade o impediu de ter o quarto sempre arrumadinho. Optimista por natureza, o seu aspecto franzino esconde a sua veia simbiótica com o álcool.

Rui Pascoal, O Poeta. Não é pela falta do olho, nem por lutar na tempestade por uma obra, é por ser o menino do blog. Controla rigorosamente tanto as contas da malta como a sua fortuna de patos invejável. Com um perder especial, rapidamente troca os olhos aos alemães com as consecutivas galgadas do Henry. A neve da Suécia não foi fria o suficiente para dispensar um Licor Beirão, nem para deixar as mãos nos bolsos.

domingo, 22 de agosto de 2010

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Férias às voltas

Foi já há um mês que fiz a (agora) penúltima entrada neste blog. Neste espaço de tempo estive duas vezes no Algarve e como prova de uma resistência inabalável amanhã seguirei uma vez mais para sul. Olhando para as férias, desde o início do ano, em retrospectiva, é impossível não reparar no padrão de equilíbrio que se acentua. Primeiro Norte, depois Sul. Perspectivando as que se avizinham, teremos Este e depois Oeste. Por mais voltas que dê, não preciso de nenhum farol para me guiar: o meu destino acaba sempre no Centro.



quarta-feira, 30 de junho de 2010

Levantado do chão

Já de férias, e com o mundial encerrado no que a Portugal diz respeito, não me restam desculpas para prolongar a dormência (eufemismo simpático) deste blog. Assim, e contrariando a tendência dos últimos anos, pondero alimentar este espaço em pleno Verão.

Deixo-vos então com um excerto do último livro de José Saramago, “Caim”: “A história dos homens é a história dos seus desentendimentos com deus, nem ele nos entende a nós, nem nós o entendemos a ele”.

Magister dixit.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Blog revival

A avaliar pelo número de posts produzidos na época estival está mais do que provado que o Verão e este blog não se dão. Em detalhe, pelo segundo ano consecutivo, Agosto e Setembro ficaram em branco. E desta vez nem foi pela falta de novidades. De Almograve a Biarritz, de Bilbao à Oura (sem nunca esquecer o Pedrogão), muitos foram os locais e/ou motivos que me mantiveram afastado. Nem mesmo o regresso à vida de estudante ajudou…
Em resumo, regresso (uma vez mais) para recuperar o esplendor de outros tempos (ou de outro modo, para não deixar morrer este blog moribundo :P).

Até breve!

terça-feira, 21 de julho de 2009

O início... das férias

À semelhança do anterior, a alvorada em questão augurava já um dia de esplendoroso calor e ausência de qualquer nuvem que nos toldasse o pensamento e, quiçá, uma ou outra foto. O trajecto estava definido há algum tempo, mapa e máquina em posição e, portanto, partimos dentro do que nos pareceu um cedo adequado rumo ao sul.

A primeira paragem fez-se por terras de Luísa Todi. Tipicamente uma cidade piscatória, acompanhada da acalmia que as temperaturas veraneias por ali permitem. Sob o olhar atento do grande mestre Bocage, visitámos os paços do concelho, embrenhámo-nos nas estreitas ruas mercantis, visitámos jardins e miradouros, sempre com a península de Tróia como pano de fundo. A verdade é que a proximidade da hora de almoço emanava um certo aroma típico a peixe frito. Descendo até à avenida mais importante da cidade, ou pelo menos, mais conhecida, a oferta para degustação era variada, primando na sua maioria por um dos maiores atractivos da zona, choco frito. Rendidos à tradição, e seguindo o conselho de entendidos viajantes prévios, lá nos sentámos frente a uma dose do dito, bem acompanhada por batata frita, que ao que parece é moda.
O fim do pitéu trazia agora uma obrigação, mais uma volta pela marina e pelo porto para ajudar a digestão. Ao fundo, já a Serra da Arrábida sorria para nós…
Figueirinha foi a primeira praia com que nos deparámos, mas foram as de Galapos e Portinho que nos revelaram todo o portento da serra. Os postais e guias turísticos não mentem quando revelam praias de águas transparentes e, simultaneamente, de um verde inebriante que nos obriga a prometer nova visita para breve, desta vez com direito a provar esta relíquia Atlântica. O areal dourado, acompanhado de um mar polvilhado por pequenas embarcações embaladas suavemente foi alvo de fotos e fotos sucessivas, ainda que nenhuma consiga verdadeiramente retratar o que se sente nesta encosta que concentra grande parte daquilo que nos torna um país inigualável.







Seguidamente, curta paragem por Sesimbra. Mais uma vila ligada às lides do mar, com monumentos alusivos e, como não podia deixar de ser, mais uma praia, desta vez guardada pelo respectivo forte. Aqui a tonalidade do mar já lembra o nosso tradicional azul, ainda assim, não menos belo, especialmente quando visto do topo do castelo que altaneiro protege a vila.


Por fim, o Cabo Espichel foi o último destino do primeiro dia desta road-trip. Daqui avistam-se praias como o Meco e a beleza da Lagoa de Albufeira também promete, mas o cansaço já se fazia sentir neste fim de tarde estival. Mais uma vez, ponto de encontro da terra com o mar, falésias algo perigosas e praias rochosas nas imediações. Altivos, mantinham-se os resquícios do que parecia ser um antigo convento. Verdade que a história local não teve tempo para ser deslindada.

O sol guardava-se já para amanhã e nós, toldados pela certeza de um novo amanhecer, rumámos também a Lisboa, em busca do merecido descanso…









terça-feira, 7 de julho de 2009

Sangano - take 3

Mais um fim-de-semana que passou, nova ida a Sangano, para não variar. A poucos dias do regresso, a preguiça não me permite fazer o relato de todas as peripécias da viagem. No entanto, nem tudo está perdido. Quem quiser saber todos os pormenores, só tem de clicar aqui. (Obrigado, Daniel :P)

Só quero acrescentar que durante a sesta fomos embalados pela música dos Silence4. P(r)onto.

sábado, 27 de junho de 2009

B - 52 *

Como não há duas sem três e, para que não subsistam quaisquer dúvidas, aqui fica o registo.

Parabéns!

* Copiado integralmente daqui.

domingo, 21 de junho de 2009

Praia de Santiago


Ou vulgarmente conhecida como a dos navios encalhados...

Companhias

Todas as casas por onde passei, com especial incidência na cozinha, apresentam um denominador comum, uma presença assídua que convive harmoniosamente connosco. Falo das baratas. Até aqui, nada de novo. No entanto, na passada sexta-feira foram motivo de destaque, por serem a causa da interrupção do trabalho, por volta das 16h. Desinfestação geral ao edifício, ordem de evacuação imediata. Mas nem só de trabalho vivem as baratas, no sábado de manhã encontrei uma a boiar entre os cereais do pequeno-almoço...

Agora que penso nisso, está explicado o facto de estarem sempre tão estaladiços…

sábado, 20 de junho de 2009

Parabéns!

Tu sabes o resto. ;)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Revelação (em Sangano)

O derradeiro motivo para não comprar um Porsche:




Assim só me resta uma hipótese...

domingo, 14 de junho de 2009

Porto Amboim e Sangano

Neste fim-de-semana saímos de Luanda com destino a Porto Amboim. Depois de 250 km’s e devidamente instalados, sem água para matar saudades de Benguela, fomos à procura de uma praia supostamente paradisíaca (a julgar por um artigo do jornal “O País”) perto da aldeia de Ngola Mussungo, onde contávamos almoçar. Depois de várias indicações lá encontrámos os 12 km’s de picada que nos levariam ao tão almejado destino. O percurso algo atribulado culminou numa praia deserta e banal, cujo ex-libris acabou por ser a caça aos caranguejos (acreditamos que fomos parar à praia errada). A meio da tarde regressámos a Porto Amboim, famintos, o que nos levou a parar numa padaria, onde comprámos, apesar da oferta do dono, pão. Quente e divinal. Só faltou a manteiga. Demos uma volta pelo mercado local, com muita variedade de fruta, legumes e farinhas. O peixe e a carne impressionaram pela quantidade de moscas que continham. Estreei-me na cana-de-açúcar e apesar de uma primeira sensação de desagrado, acabei por ficar fã. Seguimos para um restaurante para, finalmente, almoçar e permanecemos até à hora de jantar, com muita animação, canções e poker pelo meio. A noite começou numa festa privada, aniversário de uma ilustre desconhecida, mas só acabou depois de uma paragem obrigatória no sítio mais in de Porto Amboim, a discoteca Leite.

No domingo optámos por fazer praia em Sangano. Almoço no Pirata (restaurante emblemático) e regresso a meio da tarde para fugir ao trânsito infernal de Luanda e, uma vez que amanhã é dia de trabalho, podermos, finalmente, descansar…
A suposta praia paradisíaca

Sangano

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Mais do mesmo

Estamos na altura do cacimbo. As manhãs acordam monótonas e cinzentas. Só durante a tarde, o sol aparece, não o de outrora, mas outro, mais envergonhado e pálido, que não possui calor suficiente para tornar, aos fins-de-semana, a praia e o mar num convite irrecusável. O trânsito, esse permanece imutável, indiferente à passagem das estações. O seu padrão é o caos, cuja realidade nos ultrapassa, mesmo quando já estamos habituados e nos encontramos imersos nele.

Os meus dias sucedem-se quase indistinguíveis. Casa trabalho, trabalho casa. As fugas à rotina residem nos jogos de futebol entre colegas a meio da semana e nos jantares de convívio normalmente motivados pela despedida de alguém. O tempo livre que sobra é consumido em filmes, na leitura de Kafka à beira-mar, e, naturalmente, na web para me manter minimamente actualizado e, principalmente, matar saudades...

Isto tudo para justificar que, desta vez, a ausência de actualizações no blog não se deve à falta de vontade, mas sobretudo à escassez de novidades. No entretanto, não desesperem. Revelações bombásticas surgirão a qualquer momento…

Até breve!

domingo, 31 de maio de 2009

Cereais

Em todas as viagens que fiz para Luanda nunca trouxe muita comida. Meia dúzia de enlatados, divididos por atum, salsichas, sardinhas e cavalas, serviam (e sobravam) para as refeições aos fins-de-semana. Na última temporada em solo africano criei o hábito de jantar cereais. O hábito não perdurou, mas os cereais ficaram. Agora, a avaliar pelo carregamento que me acompanha, desconfio que terei exagerado...


sexta-feira, 29 de maio de 2009

Casa de Alvalade




Mais uma temporada em Luanda, sempre numa casa diferente. Deixo-vos com as fotos do costume.

domingo, 24 de maio de 2009

Londres (again)

O rascunho há muito que estava escrito, mas a preguiça levou a melhor nestas últimas semanas. Ainda assim, mais vale tarde que nunca, por isso, aqui fica a crónica relativa à estadia em Londres:

Dia 1:

Lisboa, 6h50. Alvorada. Pequeno-almoço consistente, de certa forma a preparar o estômago para os que se avizinhavam, e partida em direcção ao aeroporto. Voo tranquilo, sem sobressaltos. O único facto digno de registo foi o elevado número de brasileiros presentes, incluindo um membro da tripulação. Chegámos a Luton com bom tempo, apanhámos o autocarro até Marble Arch e daí seguimos de metro até Russel Square, onde entrámos no hotel, já com o Calisto à nossa espera, no bar, com uma pint a fazer-lhe companhia. Recepção efusiva (primeiras palavras: mas que cabelo é esse?!) e sem tempo a perder, apenas entrámos no quarto, um autêntico com forno com o aquecimento ligado, para despejar a tralha e enganar a fome com outra sandwich.

Para dar inicío à visita turística, rumámos a Piccadilly Circus e aqui começa a primeira de muitas maratonas. Com fotos habituais em todos os locais obrigatórios fomos atravessando o St. James Park, densamente povoado, até ao Buckingham Palace, daí para o Big Ben, Westminster Abbey, Parliament Square. Atravessámos o Tamisa para ver de perto o London Eye e descobrir uma exposição do Dali mesmo ao lado. Como o plano para o primeiro dia já estava definido, continuámos até Trafalgar Square, passámos em Chinatown, até parármos numa Angus Steak House para a primeira refeição num restaurante inglês, digno desse nome. Bifes grelhados e um fish and chips, com puré de ervilhas, para fazer as honras do país. Para desmoer o jantar, continuámos a caminhar, atravessando a Regent’s Street até Oxford Street, onde vagueámos até serem horas da despedida, que acabou por acontecer em Marble Arch. Posto isto, ainda tivemos tempo para comprar alguns souvenirs e regressar, por fim, ao hotel com o dever cumprido.

Dia 2:

Londres, 6h40. A recepção de uma mensagem é confundida com o despertador. Uma vez descoberto o engano, adormeço até às 8h00, altura do banho, seguido do primeiro full english breakfast. Refeição ligeira, contento-me com sumo de laranja, torradas, chá com leite, duas salsichas, uma fatia de bacon, outro pão e um bolinho para rematar. Já o meu pai preferiu algo mais substancial como feijão, ovo mexido, ovo estrelado, bacalhau(!), pão e chá, para ajudar a digestão. Satisfeitos, seguimos para o Madame Tussaud, onde esperámos 1h15 na fila para entrar. Depois do museu dominado, passeámos pelo Regent’s Park. Daí avançámos até Waterloo. Na rua, umas bancas vendiam comida tradicional de vários países: paella, ostras, vinhos, queijos e enchidos faziam as delícias dos turistas. Sem perder o norte, dirigimo-nos ao London Eye para ver a exposição de Dali que se encontrava mesmo em frente. Algumas frases que retive: “Modesty is not exactly my speciality” e “Men have two defects: modesty and women”, que me fazem recordar outra expressão presente num anúncio publicitário do metro: “Make an impression, don’t leave a mark”. Com mais um sítio visto, continuámos pelo mundo da arte, até ao Tate Modern, o qual recomendo vivamente a quem perceber alguma coisa do assunto (o que não é, obviamente, o meu caso). À saída passámos pelo Shakespeare Globe, fomos andando até à St. Paul’s Cathedral e parámos para lanchar num dos muitos Café Costa presentes na capital Londrina. Já com o dia ganho, vagueámos pela Oxford Street, para cima e para baixo, à procura de um internet café e até o encontrámos… fechado. Regressámos ao hotel, acabando por jantar num pub tradicional, onde me estreei no clássico fish and chips.

Dia 3:

Ao terceiro dia, a chuva apareceu, ainda que tímida. Começámos o passeio por Notting Hill, Portobello Road, onde parámos para a foto da praxe ao pé da Travel Book store. Já habituados a palmilhar quilómetros, fomos a pé até ao Hyde Park, vimos o Albert Hall Memorial e a sala de espectáculos. Para descansar um bocado, seguimos de metro até Tower Hill, onde vimos a Torre de Londres, atravessámos a Tower Bridge, passámos no City Hall e no Borough Market, ambos fechados. Regresso a Piccadilly, para seguir até Trafalgar Square, mais precisamente para ver a National Gallery, dominada pela pintura sacra (comentário do momento: é só Cristos e quando não é ele, é a mãe). Como ainda faltava algum tempo para jantar, fomos para outro internet café, para actualizar blogs (não o meu, como é notório) e saber das últimas. Jantámos noutro pub tradicional onde pedi e expliquei o que era uma bica escaldada. Para finalizar o dia, só faltava ver o musical Chicago, o qual foi bastante engraçado.

Dia 4:

Último dia em Londres e o mais tranquilo. Fomos até Convent Garden para completar a lista de souvenirs e até ouvimos música clássica, mas antes atravessámos a Portugal Street, que de notório só tem mesmo o nome. Deambulámos pela Oxford Street, até pararmos, para não variar, num internet café. Perto do hotel, tínhamos o British Museum, demasiado extenso para ver em pouco tempo. Do que vi, saliento a história e a evolução dos relógios como o mais interessante. Para descansar e queimar tempo, assistimos num pub ao Arsenal – Manchester United. Ainda hoje consigo ouvir o som gutural (YES!!!) do barman quando o Man. Utd marcou o primeiro golo. Depois do jogo, ficámos, sentados no hotel, a ver o tempo passar até às 3h. Nessa altura apanhámos um táxi até à paragem de autocarro que nos deveria levar ao aeroporto. Até aqui tudo bem, não fosse a paragem errada. Por sorte, surgiu logo a seguir outro táxi, que nos levou de borla à paragem certa. Sem mais sobressaltos chegámos ao aeroporto, onde tomámos o pequeno-almoço no Starbucks (sandes de carne acompanhadas com café com leite para manter a consistência alimentar dos últimos dias). Voo tranquilo, nada a registar (até porque vim sempre a dormir). Já em Lisboa, seca para mostrar os passaportes. Quando ultrapassámos essa barreira, já as malas estavam, pela primeira vez, à nossa espera.

sábado, 2 de maio de 2009

London - take two

Juntando o útil ao agradável, aproveito a semana extra de férias para regressar a Londres, verdade seja dita, às custas do meu pai, e deste modo reencontrar o tempo cinzento, os parques imensos, o sotaque britânico e já agora, El Capitan!


Once and again, it's time to fly.

domingo, 5 de abril de 2009

A tua despedida

Não foi fácil, convenhamos. Apresentaste-te renitente em realizar um jantar. Depois de alguma argumentação, leia-se pressão deveras agressiva, como o aço não partiste, mas vergaste. E ainda bem. Deste modo possibilitaste um convívio sempre animado e saudosista que assegura que as melhores histórias ainda estão por vir.

A uma semana da partida é, para mim, claro que tal como as rochas sangram, a tua presença permanecerá. Indelével. À distância de um click.

Eu sei que não precisas, mas também não atrapalha. Por isso, boa sorte. Grande abraço!

Long live rock! \nn/