Continuando a crónica, o almoço foi banal mas nem por isso barato, cerca de 15 euros para uma costeleta de porco panada com arroz simples, tudo regado com água. Último registo digno de nota, às 18h15 já é totalmente de noite. Para terminar, espero compor a descrição do que falo com algumas fotos… Até lá, ficam as sugestões das palavras.
O passado e o presente. Os amigos. O meu mundo. Em detalhes. Devaneios reais. A sedição e a harmonia da alma. Tudo. Em estilhaços... de nada.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Primeiras impressões
Continuando a crónica, o almoço foi banal mas nem por isso barato, cerca de 15 euros para uma costeleta de porco panada com arroz simples, tudo regado com água. Último registo digno de nota, às 18h15 já é totalmente de noite. Para terminar, espero compor a descrição do que falo com algumas fotos… Até lá, ficam as sugestões das palavras.
domingo, 19 de outubro de 2008
O regresso
Após uma ausência demasiado prolongada, volto a dar vida a este espaço. Os tempos de estudante já passaram, regresso como trabalhador e é pelo trabalho que trago novidades. Parto hoje para Angola para enfrentar o primeiro desafio profissional. Expectativa é a palavra de ordem. Ainda assim, acredito que vai ser uma experiência diferente e, acima de tudo, enriquecedora. Na medida do possível, isto é, dependendo das condições tecnológicas locais, vou tentar manter o blog actualizado.
Por agora é tudo. A próxima comunicação já será em Luanda. Até lá!
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Impressões
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Español
Han pasado cuarenta horas lectivas y el curso de español ha terminado. Durante tres meses me he levantado temprano dos veces por semana, los martes y los jueves, para aprender un poco más sobre la lengua de nuestros hermanos. Ahora que se ha acabado, tengo pena por no seguir estudiando. Aunque el camino para el trabajo está cada vez más cerca, queda la esperanza de volver más tarde… Solo queda decir, ¡hasta siempre!
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Números
A par (ou será em tríade?) com o sete e o dez, sempre gostei do número vinte. No secundário tinha lugar cativo nas conversas entre colegas e até alguns professores. “Dois zero” era a sua alcunha, nota máxima o seu significado. Com o passar do tempo tornou-se numa recordação… Na faculdade, só a espaços a sua presença era lembrada… Porém, hoje, ganha um novo fôlego, um novo significado. Volta a ser marcante e inesquecível, como tu. *