O passado e o presente. Os amigos. O meu mundo. Em detalhes. Devaneios reais. A sedição e a harmonia da alma. Tudo. Em estilhaços... de nada.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Impressões
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Español
Han pasado cuarenta horas lectivas y el curso de español ha terminado. Durante tres meses me he levantado temprano dos veces por semana, los martes y los jueves, para aprender un poco más sobre la lengua de nuestros hermanos. Ahora que se ha acabado, tengo pena por no seguir estudiando. Aunque el camino para el trabajo está cada vez más cerca, queda la esperanza de volver más tarde… Solo queda decir, ¡hasta siempre!
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Números
A par (ou será em tríade?) com o sete e o dez, sempre gostei do número vinte. No secundário tinha lugar cativo nas conversas entre colegas e até alguns professores. “Dois zero” era a sua alcunha, nota máxima o seu significado. Com o passar do tempo tornou-se numa recordação… Na faculdade, só a espaços a sua presença era lembrada… Porém, hoje, ganha um novo fôlego, um novo significado. Volta a ser marcante e inesquecível, como tu. *
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Crepes
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Londres
Saímos de Lisboa com os ventos de cauda a fazerem maravilhas, aterrámos meia hora antes do previsto. Demasiado cedo, uma vez que ficámos no meio da pista à espera de um lugar para estacionar o avião. Recolhida a bagagem, apanhámos o autocarro para Baker Street, numa viagem que durava 50 minutos. Poucos instantes depois, as primeiras experiências inéditas: contornar uma rotunda pela esquerda e ultrapassar pela direita (esta nem tanto). Faz menos confusão se pensarmos em conduzir à Fangio. Chegados ao nosso destino, encontrámo-nos com a Carla e com o Tiago (irmã e cunhado do Ninja, respectivamente). Daí seguimos, noutro autocarro, e já com um passe para ter as viagens mais baratas, para casa deles, mesmo ao lado do Regent’s park. Devidamente instalados e depois de pôr a conversa em dia, esboçamos um pequeno plano do que iríamos visitar no dia seguinte. Começámos, obviamente, pelos principais pontos turísticos. Mesmo com o tempo cinzento (foi uma constante em toda a viagem) a ameaçar chuva constantemente optámos variadas vezes por andar a pé, em demasia até. Tudo em prol da conservação de algumas libras no bolso. Ao sair de casa a primeira percepção da cidade: ampla, com passeios largos e prédios baixos. Não sentimos a confusão e agitação próprias de uma metrópole. Deste modo, vagueámos até Picadilly Circus, onde começaram as fotos da praxe. Daí seguimos para a Abadia de Westminster, Big Ben e London Eye. Para o Palácio de Buckingham, com passagem no Saint James park, foi um pulinho. Passámos ainda pelo nº 10 na Downing Street, apetrechada de segurança. Por esta altura iniciámos a nossa degustação predilecta de fastfood. Como gostamos de variar, mudámos sempre de estabelecimento. Experimentámos o McDonalds, o Burger King, o Chicken Palace e o KFC, de modo a proceder a uma avaliação justa, mantivemos, uma constante: os hambúrgueres. Em toda a nossa estadia, os almoços não fugiram deste acepipe. Prosseguindo a narração, de rastos ainda arranjámos coragem para visitar Chinatown. À noite experimentámos o primeiro pub, onde se provaram as primeiras pint (quase meio litro) de cerveja. No dia seguinte continuámos pelos monumentos obrigatórios: Tower of London, Tower Bridge e o recente City Hall. Já satisfeitos com os pontos turísticos visitados andámos pelo Borough market antes de iniciarmos a sonda pelos museus. O primeiro contemplado foi o Imperial War Museum, que nos consumiu o resto da tarde. Finda a visita, regressámos a casa para ganhar energias para a noite que se avizinhava forte. E assim foi. Para ajudar, a senhora que cobrava as entradas no pub era portuguesa e deixou-nos colocar mais do que um casaco num só cabide e ainda nos deu descontos para as bebidas. De forma a aproveitar a benesse, jarros atrás de jarros de uma mistela com rum, vodka, limão, entre outros, foram mais do que suficientes para animar a noite. A esta altura da viagem já nos tínhamos apercebido da quantidade estapafúrdia de carrões que circulam pelas ruas de Londres. Desde Lamborghinis, Ferraris, a Aston Martins e Porsches, todos numa frequência fora do normal. Continuando o relato cultural, o dia seguinte começou no Madame Tussaud. É engraçado mas sinceramente não compensa as
Para 5 dias não foi nada mau, fica a esperança de um dia regressar com mais tempo e, já agora, com mais libras! :P